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Pulseirinha do sexo


Os pedófilos também se baseiam nas cores para poder abordar as crianças e adolescentes, funciona como um jogo, então muitas vezes eles são influenciados por amigos a participarem.

À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.

Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custam apenas uns centavos em qualquer banca ao virar da esquina.

Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os jovens estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.

Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante.

Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as meninas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as “pulseiras do sexo”, que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.

Significado das cores:

» Amarela – é a melhor porque significa dar um abraço no rapaz;
» Laranja – significa uma “dentadinha do amor”;
» Roxa – já dá direito a um beijo com língua;
» Cor-de-rosa – a menina tem de lhe mostrar o peito;
» Vermelha – tem de lhe fazer uma lap dance;
» Azul – fazer sexo oral praticado pela menina;
» Verdes – são as dos chupões no pescoço;
» Preta – significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira;
» Dourada – fazer todos citados acima;

Símbolo de respeito

Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é excluído e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. “No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma menina também usa, eles gostam todos dela”, conta a criança de 12 anos.

Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um “bebe com um rapaz”, Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.

Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.

Preste muita atenção, estas pulseiras já chegaram ao Brasil!

Recebi muitos comentários dizendo que este post é mentira, mas não é! O problema é que essa moda se espelhou muito rapidamente no Brasil, mais rápido do que a notícia.

Artigo Gazeta Online 10/11/09 – Pulseiras do sexo: uma mania adolescente
Nota site Acores:


Foi o jornal Inglês The Sun que trouxe o assunto para a discussão ao publicar um artigo em que afirmava que nas escolas inglesas os adolescente usam pulseiras coloridas para trocar entre si mensagens de teor sexual.

Essas pulseiras que foram muito usadas nos anos 80, feitas à base de silicone, custam apenas uns cêntimos e existem em variadas cores.

Segundo o jornal inglês, os adolescentes teriam então inventado vários jogos com as respectivas pulseiras, cujo objectivo é sempre o mesmo: ao rebentar uma pulseira duma determinada cor, o rapaz terá direito a reclamar o comportamento sexual da menina, que pode ir desde um abraço ou beijo até a uma relação sexual.

Note-se que não se trata de nenhum tipo de violência, mas de um jogo que é aceito por ambas as partes. Este aspecto é muito importante e confundiu por completo os adultos, pois que para além do jogo em si, muitas adolescentes usam as ditas pulseiras apenas como objectos decorativos.

Fonte: Notícias Renascer
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Primeiro projeto para combater a pedofilia é aprovado na Alesp

*Lei do deputado José Bruno prevê campanha em todo o Estado

*Projeto faz parte de um pacote com oito propostas contra a pedofilia em São Paulo



“Valeu a pena!” Com essa frase, o deputado José Bruno (DEM) declarou sua satisfação em ver aprovado seu primeiro projeto de Lei que institui a Campanha de Combate à Pedofilia no Estado. A nova Lei, que já foi enviada ao Palácio dos Bandeirantes, aguarda a sanção do governador José Serra. Sua aplicação prevê campanhas educativas em todo o estado de São Paulo.

Para o deputado José Bruno, que há mais de um ano trabalha na Assembleia Legislativa para aprovar diversas propostas de combate à pedofilia, a aprovação do projeto foi uma grande vitória. “Estou satisfeito e feliz com a aprovação do nosso projeto. Isso demonstra que o combate a esse crime hediondo está acima de partidos e de qualquer ideal”, avalia.

Autor de oito projetos que visam prevenir, educar, esclarecer e até mesmo tratar e monitorar o pedófilo por meio de ações conjuntas com a área de saúde e segurança pública, José Bruno quer usar todas as ferramentas para coibir o crime. “Faremos tudo o que pudermos para evitar que as crianças e adolescentes sejam vítimas desses abusos. Inclusive tratar o pedófilo, porque isso na verdade significa uma proteção para toda a sociedade”, esclarece.

De acordo com o deputado, que aguarda a instalação da CPI da Pedofilia, a aprovação do PL 765/2008, que foi protocolado em dezembro de 2008 e aprovado menos de um ano depois, é a porta aberta para as demais propostas apresentadas por ele na Casa. “Tenho certeza que conseguiremos realizar um grande trabalho de combate à pedofilia em nosso estado, por conta de uma série de ações que temos realizado, como palestras, audiências públicas e reuniões com técnicos e estudiosos sobre a questão”.

Com apoio da liderança do Democratas para todas as ações que compõem sua campanha “O combate à pedofilia no estado de São Paulo”, o deputado José Bruno pretende levar à população esclarecimentos sobre todas as questões envolvendo a pedofilia. “Em cada palestra ou Audiência Pública que fazemos fica claro o quanto as pessoas desconhecem o tema. Quando tomam contato com a realidade ficam indignadas e chocadas com tamanha violência. Por isso, a informação e o esclarecimento são as armas mais eficazes contra esse mal”, afirma.

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Relatório de assessoria técnica da CPI da Pedofilia aponta falhas e avanços da rede de atendimento


Reunião extraordinária realizada nesta quinta-feira (5/11) pela CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, presidida pelo vereador Marcelo Aguiar (PSC), constatou falhas no atendimento da rede de proteção à criança do município paulista e avanços obtidos por intermédio da comissão, segundo aponta o relatório de sua assessoria técnica.

O material teve por base os últimos oito meses de trabalho da CPI, com análise quantitativa e qualitativa dos resultados nas fases de diagnóstico, investigação e intervenção. Apontou, ainda, que órgãos como o poder público; organizações e instituições de pesquisa contribuíram com informações técnicas apanhadas ao longo dos anos de militância na área.

Segundo o relatório, a comissão pôde construir três eixos: na rede de atendimento; na identificação dos problemas, e nas propostas dessa rede para sanar suas respectivas dificuldades, que inclui diretamente os Conselhos Tutelares; Disque 100 e 181; delegacias; serviços conveniados; Creas-Sé, como secretaria municipal de assistência; Unidade Básica de Saúde de hospitais municipais, como o Pérola Byington; Varas da Infância, promotorias e defensorias.

As principais dificuldades apontadas, que serão utilizadas no texto do relatório final, constam da falta de capacitação de profissionais; da insuficiência de equipamentos próprios para atender à demanda e por último, a demora na publicação do plano municipal de enfrentamento, que foi solucionado graças à intervenção da CPI da Pedofilia.

Para o vereador Marcelo Aguiar, a atuação da CPI colaborou e muito com a publicação do plano municipal de enfrentamento à violência sexual contra menores, mas essa é apenas uma das benfeitorias que a comissão deseja proporcionar à cidade. “Queremos estender as melhorias para toda a rede de proteção, não pretendemos entregar o relatório final com todo o material obtido e deixar que façam algo, vamos ficar em cima para que nosso trabalho não tenha sido em vão. Para que as nossas crianças e adolescentes não sejam revitimizados, não haja impunidade e ausência de fiscalização. Mas queremos proporcionar o atendimento adequado, porque esse é o nosso dever enquanto membros de uma comissão que luta pelos seus direitos”, afirmou.

Subsídio técnico

A presidente do Comitê Nacional do Enfrentamento à Violência Sexual contra a Criança e o Adolescente, Neide Castanha, compareceu à reunião e parabenizou o empenho da CPI da Pedofilia. “A iniciativa desta Casa contribui com um trabalho feito há anos. Sua intervenção é o reconhecimento da legitimidade, possibilidade e competência em intervir de modo sério na civilização”, disse.

Durante sua exposição, ela mostrou as conquistas da política de enfrentamento ao longo dos anos e afirmou com insistência que é preciso combater a impunidade, mas isso não resolve todo o problema. Para ela, também é preciso educar as crianças com relação à sua sexualidade.

“Crianças e adolescentes são homens e mulheres, apesar de pequenininhos. Ela é uma pessoa sujeita de direitos. A criança tem o direito de desenvolver a sexualidade de forma sadia e protegida”, conclui Neide Castanha.

A presidente do Comitê apontou que os planos municipais muitas vezes não saem do papel por falta de dotação orçamentária. Por isso, os vereadores da CPI solicitaram, ao final da reunião, o envio de um ofício à Secretaria Municipal de Atendimento e Desenvolvimento Social (SMADS), às Secretarias de Educação, Saúde e Participação e Parceria com o objetivo de obter informações sobre o orçamento destinado a esse tema.

Estiveram presentes à reunião da CPI os vereadores Marcelo Aguiar, presidente; Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), relator; Netinho de Paula (PCdoB); e Floriano Pesaro (PSDB).

Aline Guedes
Assessoria de Imprensa


http://www.vereadormarceloaguiar.com.br/
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LEI CONTRA PEDOFILIA ACABA DE SER SANCIONADA

Nesta quinta-feira (24/9) o Diário Oficial do Município publicou lei de autoria do vereador Marcelo Aguiar (PSC) que prevê campanha de enfrentamento à pedofilia e ao abuso sexual de crianças e adolescentes.

Sancionada pelo Executivo na última quarta-feira (23/9), a lei 14.985 permite que todos os anos, por duas semanas consecutivas, os veículos do Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros da Cidade de São Paulo devem divulgar mensagens televisivas e impressas de prevenção e combate à pedofilia.

Primeira lei do mandato do vereador Marcelo Aguiar, também presidente da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil na Câmara paulistana, a medida, segundo o parlamentar, será uma ferramenta de conscientização da população. “A promulgação desta lei inibe agressores, porque demonstra que o poder público não está de braços cruzado, e ensina a sociedade a denunciar”, explica.

De janeiro a agosto deste ano, segundo site da SPTrans, mais de um bilhão de passageiros utilizaram o transporte público. “Vamos atingir uma parcela considerável de pessoas com mensagens que ajudem famílias e até mesmo crianças e adolescentes a se prevenirem. É importante lembrar que na cidade os ônibus atendem cerca de 70% das viagens por transporte coletivo”, afirma o parlamentar.

A implementação da medida caberá à Secretaria Municipal de Transportes.
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Câmara aprova em segunda discussão PL do vereador Marcelo Aguiar que institui campanha contra pedofilia em transporte público de São Paulo

Nesta quarta-feira (9/9) o projeto de lei 341/09 de autoria do vereador Marcelo Aguiar (PSC), presidente da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, foi aprovado em segunda discussão no plenário da Câmara Municipal paulistana.

O texto dispõe sobre a obrigatoriedade de cartazes ou placas preventivas e de combate à pedofilia e ao abuso sexual de crianças e adolescentes nos veículos do Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros da Cidade de São Paulo.

A campanha acontecerá anualmente e terá duração de duas semanas consecutivas. As mensagens de alerta à população serão transmitidas por mídia televisiva e impressa; devem ser legíveis e divulgar o “Disque 100”, importante canal de denúncias do país.

“Decorrente da quantidade que utiliza o transporte público, o projeto traz a consciência de você não só fazer a denúncia, mas também saber que hoje pedofilia e abuso sexual contra crianças são uma realidade e um dos crimes menos denunciados no Brasil. Trazer a consciência de denunciar é de suma importância”, explica Marcelo Aguiar.

Segundo dados da SPTrans, a cidade de São Paulo, com uma população em torno de 11 milhões de habitantes, é o núcleo da região metropolitana que congrega outros 38 municípios e que abriga no conjunto uma população próxima dos 17 milhões. Cerca de 55% de todas as viagens diárias motorizadas na região metropolitana são feitas por transporte coletivo. Na cidade os ônibus atendem cerca de 70% das viagens por transporte coletivo.

Pela quantidade de passageiros, o vereador Marcelo Aguiar entende a importância de campanhas assim em meios de transporte coletivo. “O que nós queremos é que milhares de pessoas saibam como se prevenir e denunciar, porque o abuso de crianças é um crime intolerável. Precisamos alertar a população”, assinala.

Ainda segundo o parlamentar, a exposição deste assunto trouxe à tona inúmeras denúncias. “Quanto mais falamos sobre isso, mais as pessoas se encorajam para denunciar, e isso pode salvar o futuro e até mesmo a vida de milhares de crianças. Não podemos nos esquecer de que o Brasil é o terceiro colocado com o maior índice de abusos contra menores”, ressalta.

Na 4ª reunião ordinária da CPI da Pedofilia, a psicóloga Lucia Williams do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) mostrou um estudo que atesta ser o abuso sexual contra a criança o delito menos denunciado no mundo em decorrência de ameaças e de complicações pelo fato de, na maioria dos casos, o agressor fazer parte da família. Por isso, segundo a psicóloga, pesquisas apontam que 90% dos casos nunca foram notificados.

Com a sanção do prefeito Gilberto Kassab (DEM), o vereador Marcelo Aguiar espera que o número de denúncias aumente, e que as famílias aprendam a se prevenir por meio da informação.

Aline Guedes
Assessoria de Imprensa
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Segundo semestre prevê cinco audiências públicas sobre pedofilia

Com objetivo de levar informação técnica e especializada para a população sobre o tema pedofilia, o deputado José Bruno fará, no segundo semestre, pelo menos cinco audiências públicas em cidades paulistas.

Araraquara será a primeira a receber a campanha “O combate à pedofilia no estado de São Paulo”, que chega à cidade no dia 4 de setembro, quando José Bruno, em parceria com a Universidade de Araraquara (Uniara) realiza audiência pública para os estudantes e professores da instituição. O evento terá a participação dos vereadores Tenente Santana e João Faria, quecolaboram com a promoção do encontro.

No dia 24 será a vez de Mogi das Cruzes, onde o vereador Jean Lopes está promovendo o encontro na Casa de Leis da cidade e uma palestra nas universidades locais. Com população de 350 mil habitantes, Mogi também recebe muitas pessoas de fora, em sua maioria estudantes, que chegam à cidade diariamente para freqüentar suas faculdades. “O público universitário precisa ser alcançado com essas informações, para que levem para suas localidades de origem os esclarecimentos sobre o tema”, explica José Bruno.

Em 22 de outubro, as palestras sobre pedofilia chegam ao litoral sul. O objetivo é mobilizar as principais cidades da baixada santista, como Peruíbe e Bertioga, para participarem do encontro que acontecerá na Câmara de Santos. “Infelizmente, as cidades turísticas são alvo de pedófilos e precisam estar alertas contra esse crime”, afirma José Bruno, que além das palestras disponibiliza uma série de materiais de apoio, como cartilhas e informativos.

Para novembro, a agenda prevê as duas últimas audiências do ano. A primeira acontece em 5/11 no ABC, tendo Santo André como cidade receptora. O objetivo da campanha é alcançar toda a região por ser um forte pólo industrial e também rota para o litoral sul. Em seguida, no dia 19, as discussões chegam à cidade de Ribeirão Preto, o nono município mais populoso do Estado.

“Não sei se iremos a todas essas cidades simplesmente como audiência pública, nosso empenho é para que seja assinada, a já aprovada, CPI da pedofilia, o que nos daria mais poderes nessas empreitadas”, informou José Bruno, autor da proposta.

Assessoria de Imprensa
Deputado José Bruno
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CQC faz alerta sobre a Pedofilia na Internet

O programa CQC - Custe o Que Custar, da Band, exibiu na última 2ª feira (13/07) uma matéria muito importante.
Nessa matéria, Danilo Gentilli mostra como agem os pedófilos na Internet. Não se assuste com a linguagem chula e com algumas imagens chocantes. É a mais pura realidade.
Um alerta para pais e responsáveis, conversem com seus filhos, fiquem de olho nos sites de relacionamento e salas de bate-papo.
Saiba, com uma riqueza de detalhes, como agem essas pragas; prontas para tragar nossas crianças e adolescentes. Tudo com muito bom humor, claro.

Parte 1


Parte 2


Fonte: wandfm
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Política de combate à pedofilia do vereador Marcelo Aguiar é referência para outros municípios

Projetos de Lei de autoria do vereador Marcelo Aguiar (PSC), que combatem a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes no âmbito da cidade de São Paulo, tiveram seus textos requeridos por parlamentares de outros municípios brasileiros.

Os vereadores Alcebíades Pereira da Silva, de Cascavel, no Paraná e Herculano Borges, de Campo Grande, no Mato Grosso, ambos do Partido Social Cristão solicitaram ao vereador Marcelo Aguiar o conteúdo dos PLs que tramitam na Casa Legislativa paulistana para também lutar contra a pedofilia em suas regiões com políticas públicas adequadas que, com eficácia, atinjam a população.

Segundo Pereira, que já ocupou a cadeira de vereador por quatro mandatos consecutivos, projetos preventivos à pedofilia são importantes para a comunidade como um todo. “A população clama por justiça e por políticos que honrem seus mandatos”, comentou.

Os projetos que combatem o abuso também foram solicitados pelos vereadores Ricardo Rui (PPS), que atua na Câmara Municipal de Guarulhos e pelo presidente da Câmara Municipal de Tocantins, vereador Anderson Pereira (PP).

Para o presidente da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil na cidade de São Paulo, vereador Marcelo Aguiar, isso demonstra o forte interesse do poder legislativo em combater este crime. “As Câmaras Municipais são Casas próximas ao povo, por isso sentem a necessidade da população. É incontestável que a legislação brasileira precisa atuar contra a pedofilia e com isso proteger e atender as crianças vítimas desse crime”, atestou. “Como presidente de uma CPI como esta em São Paulo, faço um apelo para que os demais municípios brasileiros também deem prioridade para apurar casos de pedofilia. O futuro das nossas crianças deve ser sempre a nossa preocupação primordial”.

Confira abaixo os projetos protocolados pelo vereador na Câmara paulistana:

PL 340/2009 – Colocação de cartazes preventivos à pedofilia em prédios públicos
Determina que seja afixado em local visível em todas as repartições públicas, autarquias federais, estaduais e municipais na cidade de São Paulo, cartazes contendo mensagens sobre a prevenção à pedofilia, abuso sexual contra crianças e adolescentes, contendo também o “disque 100” para denúncias.

PL 341/2009 – Colocação de placas preventivas à pedofilia em meios de transporte coletivo
Dispõe sobre a colocação de placas informativas no interior de todos os meios de transporte coletivo que atuam na cidade de São Paulo.

PL 342/2009 – Projeções cinematográficas preventivas à pedofilia
Estabelece que antes de todas as projeções cinematográficas na cidade de São Paulo, sejam projetadas informações sobre o combate à pedofilia e ao abuso sexual de crianças e adolescentes, inclusive informando sobre a existência do “disque 100” e da Lei que torna crime a posse de material pornográfico em meios eletrônicos, bem como portar qualquer tipo de fotos ou propagandas sobre o assunto.

PL 424/2009 – Campanha contra pedofilia
Dispõe sobre a campanha de esclarecimento à população por meio da televisão sobre a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes no âmbito da cidade de São Paulo.

Aline Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Bispo José Bruno faz palestra sobre pedofilia no Colégio Batista da Penha

A convite do Colégio Batista da Penha, o deputado José Bruno realizou palestras sobre pedofilia para os alunos daquela escola. O evento, que aconteceu em junho, foi dividido em duas estudantes. A primeira contemplou os alunos do ensino fundamental, 6 e 7 séries, com faixa etária de 9 a 13 anos. A segunda turma era de adolescentes com idade entre 14 e 17 anos, alunos do ensino médio.
Para os estudantes menores, José Bruno utilizou linguagem própria para as idades e falou sobre os perigos da Internet e dos sites de relacionamentos. O deputado disse aos alunos que é importante que eles falem para seus pais sobre seus amigos da Internet e evitem os virtuais. “Tenha contato apenas com quem você conhece de verdade”, aconselhou, após contar alguns casos reais de crianças que foram enganadas por confiar em pessoas que conheciam apenas por meio do computador.
Para a segunda turma, o deputado foi mais claro ao falar sobre uso de imagens e informações postadas em sites de relacionamentos que correm o risco de serem utilizadas por pessoas de má fé ou até mesmo por criminosos.
Cada palestra durou uma hora e tendo sido seguida de questionamentos por parte dos alunos e dos professores, como a professora Ismeraci Ferreira Gomes, uma das coordenadoras do evento.
“Como escola cristã, o Colégio Batista está desenvolvendo programas de trabalho com os alunos em diversas áreas como meio ambiente e pedofilia”, declarou a diretora Jacira da Silva Lima. “Por isso, a presença do deputado aqui hoje foi muito importante”, completou..

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Projeto de Lei preventivo à pedofilia passa em primeira votação na Câmara Municipal paulistana

Na terça-feira (16/6) foi aprovado em primeira votação o Projeto de Lei 341/2009 de autoria do vereador Marcelo Aguiar (PSC) que obriga a colocação de placas informativas a respeito da pedofilia nos meios de transporte coletivo no âmbito da cidade de São Paulo.

Para defender o PL, o vereador utilizou dados recentes divulgados pela SPTrans. “A cidade de São Paulo possui cerca de 11 milhões de habitantes e, diariamente, 55% das viagens motorizadas são por meio de transporte coletivo”, explica. “Os ônibus abrangem 70% dessas viagens e com isso milhares de paulistanos serão alcançados com informações a respeito de como se prevenir e denunciar.”

Segundo o parlamentar, a idealização da propositura surgiu com as reuniões da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, ainda em andamento na Câmara Municipal paulistana. Na 4ª reunião ordinária, um estudo apresentado pela psicóloga Lucia Williams do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), mostra que o abuso contra a criança é o delito menos denunciado do mundo, já que 90% dos casos permanecem encobertos. “Um dado como este não pode ser deixado de lado. As pessoas precisam denunciar, inclusive as vítimas. Elas precisam saber que isso não é carinho, é violação de direitos”, atestou o vereador Marcelo Aguiar.

O Projeto de Lei que prevê a colocação de placas informativas à pedofilia e ao abuso nos meios de transporte coletivo voltará ao plenário em 2ª discussão.

Aline Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Rede Gospel entra na campanha contra a pedofilia

A Rede Gospel de Televisão está exibindo um vídeo que traz imagens de crianças e mensagens contra a pedofilia. A intenção da emissora com a campanha é levar aos telespectadores a consciência sobre o quanto os abusos sexuais afetam a identidade, personalidade e características das crianças. “Elas deixam de acreditar em coisas próprias da sua idade, porque existem um jogo sujo de troca de afetividade e de brinquedos por carícias que fazem mal para elas”, declara o Bispo José Bruno, que está à frente da CPI da Pedofilia na Assembleia Legislativa.

Criado e doado pelo músico Márcio Foffu, o jingle fala sobre os direitos das crianças, como o de brincar, de sonhar e ser feliz. As imagens singelas de crianças foram editadas por Daniel Perez. “Queremos despertar as pessoas para que não se acomodem, mas denunciem esses abusos”, diz Márcio.

O jingle faz parte de uma campanha ‘O combate à pedofilia no Estado de São Paulo’, idealizada pelo deputado José Bruno. O vídeo está sendo exibido durante a programação da emissora evangélica, que pode ser sintonizada pelos canais 53 UHF e 28 da NET.

Adriana Bernardo
Comunicação Renascer
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“Pedofilia não é um crime novo”, afirma José Bruno

O deputado e bispo José Bruno que luta para combater o abuso sexual contra crianças e adolescentes no estado de São Paulo, afirmou em recente entrevista para a mídia da região do Alto Tietê, que a pedofilia existe há muitos anos e produziu marcas na vida de uma parte expressiva dos adultos de hoje.

A afirmação aconteceu durante a audiência pública realizada na cidade de Suzano, em 04/06, quando o parlamentar explanou sobre a atuação dos pedófilos e trouxe dados estatísticos sobre abuso sexual em São Paulo. “A diferença hoje é a facilidade de ação que esses criminosos encontram por meio da Internet”, declarou José Bruno, que apresentou estarrecedores números produzidos por esse canal.

O parlamentar mostrou que, de acordo com pesquisas e estudos de entidades que combatem a pedofilia, uma fotografia que exibe abuso sexual de criança chega a valer 100 dólares e um vídeo 1.000 dólares. “A internet ainda abriu a possibilidade de ganho, proporcionando um verdadeiro comércio, absurdo e hediondo, entre essas redes criminosas”, alertou.

Durante sua explanação, José Bruno compartilhou que em diversos aconselhamentos que atendeu como bispo já ouviu muitos casos de abusos relatados por adultos, quando ainda eram crianças. “É uma marca terrível. A pessoa precisa ser ajudada, tratada para romper esse trauma que carrega durante toda sua vida”, declarou. “Acredito que aqui hoje, nesse auditório, existem inúmeros adultos que, de uma forma ou outra, sofreram abuso sexual em sua infância. Isso não é um mal dos dias de hoje”, afirmou.

José Bruno vê nesse momento, a possibilidade de encarar o problema e, por meio das audiências públicas e discussões com especialistas e com a população, gerar soluções efetivas para combater o crime e ajudar as centenas de vítimas produzidas por essa violência em São Paulo. “O estado tem que apresentar políticas públicas de enfrentamento a essa violência, de apoio às vítimas e de prevenção para que as crianças não sejam presas fáceis para os pedófilos e suas redes malignas”, argumentou.

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Pedofilia é tema de audiência pública em Suzano

A Câmara Municipal de Suzano recepcionou, em 04/06, uma audiência pública para debater a pedofilia na região do Alto Tietê. Como parte da Campanha “O combate à Pedofilia no Estado de São Paulo”, o deputado José Bruno foi recebido pelo presidente da Casa, vereador Israel Lacerda e pelo vereador Rafa Garcia, promotor do encontro.

O evento, que lotou o plenário da Câmara, reuniu especialistas para trazer informações e ajudar a população presente a conhecer mais profundamente o assunto.

“Nosso principal objetivo é levar para todo o Estado informações, pesquisas e dados sobre esse mal, que não tem um perfil nem um local definido para acontecer, mas está mais perto do que imaginamos”, alertou José Bruno.

Participaram do encontro o deputado Estevam Galvão, líder do Democratas na Alesp, além de educadores, autoridades policiais, lideranças comunitárias e políticas, e a população, composta, especialmente por jovens da Guarda Mirim de Suzano, convidados pelo vereador Rafa. “Temos um trabalho muito forte com os jovens de Suzano e queremos trazer estas informações para que, como agentes multiplicadores, possam estar conscientes do problema”, declarou o vereador.

José Bruno compareceu ao encontro como o principal palestrante. Subsidiado por informações de autoridades médicas, psicológicas, jurídicas e policiais, o parlamentar discorreu cerca de 50 minutos sobre o tema.

No final, José Bruno respondeu a diversas perguntas dos participantes e convocou todos a se engajarem nessa luta. “Não se trata de ser de partido A ou B, mas é uma guerra na qual as pessoas de bem precisam se alistar”, concluiu.

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Propostas são fruto dos trabalhos realizados pela CPI da Pedofilia na Câmara

O presidente da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil na Câmara Municipal paulista, vereador Marcelo Aguiar (PSC), deu entrada a três novos Projetos de Lei que previnem o abuso contra crianças e adolescentes. As proposituras, de autoria do parlamentar, foram geradas em função dos trabalhos realizados pela comissão durantes os três primeiros meses de sua instalação na Casa Legislativa de São Paulo.

Desde a sua instalação, em 5 de março deste ano, a comissão já realizou seis reuniões ordinárias e duas extraordinárias. Nos encontros quinzenais entre os integrantes da CPI, entidades e representantes da sociedade civil organizada, especialistas em ações preventivas ao abuso forneceram subsídios técnicos à comissão.

O abuso sexual contra a criança é o delito menos denunciado no mundo em decorrência de ameaças sofridas pela vítima. Segundo dados do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), pesquisas apontam que 90% dos casos nunca foram notificados. Pensando nisso, o vereador pediu que novos projetos de lei, que visam alertar a sociedade sobre o tema, sejam votados pelos vereadores da Casa.

O PL 340/09, determina que sejam afixados em locais visíveis de todas as repartições públicas, cartazes preventivos à pedofilia. Desta forma, serão atingidas diversas camadas da sociedade, desde pessoas mais carentes, que são as mais afetadas, justamente pela falta de informação a respeito de como se prevenir e denunciar, até as altas classes. Isso demonstra, também, forte preocupação dos agentes públicos em alertar a população.

O segundo projeto, 341/09, obriga a colocação de placas informativas a respeito da pedofilia nos meios de transporte coletivo no âmbito da cidade de São Paulo. Segundo dados da SPTrans, a cidade, com uma população em torno de 10 milhões de habitantes, é o núcleo da região metropolitana que congrega outros 38 municípios e que abriga no conjunto uma população próxima dos 17 milhões. Cerca de 55% de todas as viagens diárias motorizadas na região metropolitana são feitas por transporte coletivo. Na cidade, os ônibus atendem cerca de 70% destas viagens.

O terceiro PL apresentado pelo vereador Marcelo Aguiar, de número 342/09, determina que antes de todas as projeções cinematográficas nas salas de cinema localizadas em São Paulo, sejam inseridas chamadas que alertem a população sobre a pedofilia e abuso de menores.

Segundo o parlamentar, a ideia é municiar os populares com informações. “Meu objetivo com essas leis é contribuir para que a sociedade entenda que o abuso precisa ser denunciado e que pode, inclusive, ser prevenido. Grande parte ainda desconhece mecanismos de denúncia e o procedimento para um atendimento seguro”, disse Marcelo Aguiar.

“Na maioria dos casos a vítima sofre o abuso dentro da própria residência. Trabalhar com a possibilidade de que uma criança que sofre com esses abusos pode ter acesso à informação por meio de um desses projetos e, por conta própria, denunciar e se ver livre deste mal, é incrível. Mas não apenas as vítimas, mas familiares e pessoas ao redor que não querem mais compactuar com este tipo de crime. Todos precisam ter o direito de se defender”, concluiu.

Os três PLs tramitam na Casa e aguardam a aprovação dos demais vereadores em plenário e das comissões permanentes para serem enviados ao Executivo e receber a sanção ou veto do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Aline Bernardo
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Alto Tietê recebe deputado em evento contra pedofilia




O deputado José Bruno participou, na manhã de 21/05, de um encontro entre líderes evangélicos, comunitários e autoridades do Alto Tietê para explanar sobre a pedofilia na região e para potencializar a audiência pública sobre o tema, que acontece na Câmara Municipal de Suzano, no dia 04/06.

O evento foi promovido pela Igreja Renascer Suzano, que tem à frente o Bispo José Cavalcanti, e pelos Conselhos de Pastores locais. Estiveram presentes ao encontro diversas autoridades, como o prefeito de Poá Francisco Pereira de Sousa, o Testinha, que falou de sua satisfação em receber José Bruno na cidade para discutir o assunto com as entidades e comunidades locais.

José Bruno tem levado a discussão para diversas cidades paulistas. "Chegou a vez do Alto Tietê, onde existem diversas denúncias e até mesmo um caso confirmado na cidade de Poá, com a prisão de suposto pedófilo há 20 dias", justificou o deputado.

Para prestigiar e apoiar o trabalho de José Bruno o líder do Democratas na Assembleia Legislativa, deputado Estevam Galvão, compareceu ao encontro, onde discursou em favor das ações implementadas pelo parlamentar e ainda sobre a recente aprovação da CPI da pedofilia na Casa. “É de interesse de todos que esse tema seja investigado em nosso Estado. E Bruno apresentou a todos os deputados, que acolheram seu pedido em caráter de urgência”, explicou o líder.

O convite para participar desse encontro partiu do jornalista Adilson Santos, do Jornal Evangélico, e do pastor Clodoaldo Massagli, do Ministério Internacional Betel e líder representativo de entidades evangélicas. Em apoio à causa compareceram ainda ao evento o vice-prefeito de Poá, Marcos Borges; o presidente da OAB, Dr. Sócrates Cordeiro de Lima; Sub. Ten. PM Wilson Roberto Moreira, representando o Cap. PM Anderson Caldeira Lima, comandante da 2ª Cia 32º BPM/M.

O encontro obteve apoio de muitos vereadores de Poá, entre eles: Lauriston Barros, Junior da Locadora, Mário Kawashima,Wellington Lopes da Silva, Deneval Dias do Nascimento, Augusto Jesus da Silva e José Ricardo Massa, presidente da Câmara de Poá; além do vereador Rafa da Suzantur, que está promovendo a audiência na Câmara de Suzano.

Fotos: Adilson Santos
Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Deputado José Bruno promove café da manhã pró-Audiência pública contra pedofilia em Poá

O Deputado José Bruno participa de Café da Manhã com pastores e líderes evangélicos, além de autoridades da região do Alto Tietê. O evento, que acontece amanhã (21/5), a partir da 8h30, na cidade de Poá, tem como objetivo apoiar a Audiência Pública que o parlamentar realiza dia 4 de junho na cidade de Suzano.

Promovido pelos Conselhos de Pastores da Região, coordenado e organziado pelo Bispo José Cavalcanti, da Regional Renascer Suzano, o encontro terá a explanação do deputado José Bruno sobre seu trabalho à frente da Campanha "O Combate à Pedofilia no Estado de São Paulo", que propõe diversas ações contra o crime de abuso sexual infantil, entre elas: projetos de lei educativos e de conscientização do crime de pedofilia, audiência públicas em diversass cidades paulistas, além da CPI da Pedofilia que acaba de ser aprovada na Assembleia Legislativa.

Serviço:
Evento: Café da Manhã Pró-Audiência Pública contra Pedofilia
Data: 21/5/2009
Horário: 8h30
Local: Sítio Poá
Endereço: Rua Gago Coutinho, 356 - Vila Júlia

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Senador Magno Malta comparece à CPI da Pedofilia na Câmara Municipal de São Paulo


A CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil realizou a 5ª reunião ordinária nesta quinta-feira (14/05) na Câmara Municipal paulista. Por requerimento do vereador Marcelo Aguiar (PSC), presidente da comissão, o senador Magno Malta (PR-ES) compareceu à reunião para falar sobre os trabalhos e experiências que obteve com a CPI do Senado que há mais de 1 ano tem realizado trabalhos com oitivas, prisões, quebras de álbuns em sites de relacionamentos entre outras ações.

Magno Malta destacou que durante este período tem sido a “delegacia do Brasil” por ser procurado por diversas regiões do país para solucionar casos de abuso contra menores. Pela grande demanda, o senador expôs a necessidade de haver uma CPI em cada estado e município brasileiro.

“A Câmara Municipal é a Casa mais próxima do povo. É o primeiro socorro”, disse. “As Câmaras Municipais do Brasil inteiro tem protocolado pedidos de abertura desta CPI, por isso este país nunca mais será o mesmo. A sociedade acordou para este problema.”

Apesar de as CPIs do município e da Assembleia Legislativa não disporem do mesmo poder que a CPI do Senado, como a realização de oitivas e voz de prisão, por exemplo, o senador acredita que “elas existem para se complementar.”

Para o presidente Marcelo Aguiar, mesmo sem dispor de determinadas ações, a CPI da Câmara Municipal pode somar forças. “São Paulo tem órgãos municipais competentes para realizar investigações e prisões. Por isso temos ouvido especialistas para mapear a cidade e encaminhar aos setores responsáveis as denúncias e, mais do que isso, acompanhar todo o trabalho e cobrar soluções.”

O senador colocou em questão as penas dispostas no Código Penal brasileiro. Para ele, é preciso haver mudanças na legislação. “Os benefícios recaem mais sobre o ladrão do que sobre a sociedade. Nosso Código Penal precisa de mudanças”, apontou.

Os resultados apresentados pelo presidente da CPI no Senado incluem assinatura de contratos com grandes empresas para ajustamento de conduta às leis brasileiras como Google, Microsoft e operadores de cartões de créditos, que, segundo Malta, com estes dois últimos, os termos serão oficializados na próxima semana.

Sobre a tipificação do crime para a pedofilia, Malta acredita que a mudança na legislação será aprovada no Senado e falou sobre o agravamento de penas que envolvam o abuso ou aliciamento de crianças e adolescentes. “A pena para um pedófilo será de 16 a 30 anos de prisão, sem regressão de regime, porque se não tem criança perto dele, é claro que ele terá bom comportamento.”

“Se a criança for parente do abusador, a pena será agravada em um terço. Para o bulinamento (ato em que o pedófilo toca nas partes íntimas da vítima) terá 10 anos de pena. Quem é que tem o direito de aflorar o desejo sexual em uma criança?”, disse. “Se a vítima for abusada em algum estabelecimento, este lugar será perdido e o valor arrecadado revertido para prestar assistência a vítimas de pedofilia.”

Também foi pautado pelo senador o depoimento sem dano, tema de outras reuniões da CPI. “A criança não tem que dar depoimento para o Ministério Público, para juízes ou promotores, mas para um psicólogo capacitado para ouvi-la”. Para o vereador Marcelo Aguiar “esta forma de depoimento é “louvável, pois quando a criança relata o abuso por várias vezes acaba sendo revitimizada”, uma vez que precisa novamente vivenciar o sofrimento.

Para assistir à sessão, estiveram presentes a vereadora Ana Paula Rossi (PMDB), da Câmara Municipal de Osasco e o cantor Kiko do KLB, que tem promovido juntamente com sua banda a campanha “Todos Contra a Pedofilia” em shows beneficentes.

Compareceram à reunião os vereadores Marcelo Aguiar (PSC), presidente; Quito Formiga (PR), vice-presidente; Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), relator; Juliana Cardoso (PT) e Floriano Pesaro (PSDB).

Aline Bernardo
Assessoria de Imprensa
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Vereador Marcelo Aguiar participa de manifestação contra a pedofilia




Na última segunda-feira (11/5) a Cooperativa Brasileira de Transporte Escolar (Cobrate) e a Associação Comercial Empresarial Embu Região (ACEER), juntamente com outras entidades da sociedade civil organizada, fizeram manifesto em frente à Câmara Municipal de São Paulo contra a pedofilia.

Segundo organizadores do evento, a manifestação faz parte de uma Campanha Metropolitana de Combate à Pedofilia no Estado e tem atraído centenas de pessoas indignadas com este tipo de crime. De acordo com as entidades envolvidas o objetivo é conscientizar as famílias sobre os seguintes aspectos: dificuldade de identificar o abuso e o autor do crime; e o que deve ser feito caso o abuso contra a criança seja identificado. Entre as militâncias do grupo está o enquadramento da pedofilia como crime hediondo na legislação paulista.

Durante a manifestação foram entregues adesivos “Todos Contra a Pedofilia”, idealizado pelo vereador Marcelo Aguiar (PSC), que está à frente da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, instalada desde março na Câmara Municipal.

O Fórum de Desenvolvimento Econômico e Social da Região Sul da Grande São Paulo, chamado Fórum Sul, uma das organizações que participou do evento, levou cartaz com os dizeres “Devolva à criança o direito de ser criança. Diga não à Pedofilia.”

O parlamentar foi representado por sua chefe de gabinete, Fran de Oliveira, que falou sobre o andamento da comissão e convidou todos a participar das reuniões, que acontecem quinzenalmente, às quintas-feiras. “A CPI da Pedofilia é composta por pessoas que se preocupam com a criança e o adolescente, por pessoas que querem fazer a diferença e mudar este cenário de horror que tem marcado muitas vidas.”

O vereador Marcelo Aguiar apoiou a manifestação. “É muito bom saber desta mobilização. Quero parabenizar todos vocês por essa iniciativa. Nós precisamos nos juntar para que esse crime tenha um fim, por isso me disponho a ser o braço de vocês dentro da Câmara e dentro desta CPI”, disse por telefone.

Líder da Cobrate e uma das coordenadoras do manifesto, Lurdinha Rodrigues, parabenizou o vereador e declarou apoio à comissão. “Para ser presidente de uma CPI como esta é preciso ter coragem, parabéns por ter essa coragem”, disse.

Aline Bernardo - Assessoria de Imprensa
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CPI da Pedofilia recebe profissionais da saúde que atuam contra o abuso infantil

Com o objetivo de colher informações sobre o tratamento pertinente à área da saúde a 4ª reunião ordinária da CPI da Pedofilia e do Enfrentamento ao Abuso Sexual Infanto-Juvenil recebeu, na quinta-feira (30/4), quatro especialistas no assunto que apresentaram subsídios técnicos aos vereadores.

Primeira a palestrar, a representante da Secretaria Municipal da Saúde, Mariângela Aoki, apresentou à comissão os trabalhos prestados pela pasta, entre eles a prevenção e promoção da cultura de paz. A violência intrafamiliar a que estão submetidas crianças e adolescentes acontece pela vulnerabilidade da vítima, mesmas condições em que se encontram mulheres e idosos. A estratégia da Secretaria para este ano será ampliar a cobertura de notificações de casos de violência aos AMAs (Assistência Médica Ambulatorial) e UBSs (Unidade Básica de Saúde).

O ginecologista e obstetra Jefferson Drezett, diretor do Núcleo de Atenção Integral à Mulher em Situação de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington, fez um balanço dos atendimentos ao longo dos 15 anos de existência do Hospital (1984-2008). Ele apontou a forte exposição do sexo feminino ao abuso e sobre a identificação dos agressores.

“Na maioria dos casos os autores do crime são altamente identificáveis uma vez que são pais e padrastos, mas há o silêncio velado, as ameaças invisíveis”, disse. “As vítimas não notificam as autoridades e para chegar ao nosso conhecimento é preciso um agravamento da situação, como a própria gravidez decorrente do abuso”. O médico afirmou que todos os atendimentos – ao todo 10.839 - foram notificados ao Conselho Tutelar e às Varas da Infância e Juventude.

O psicólogo e vice-presidente do Instituto Zero a Seis, Ivan Melo, falou sobre a formação de uma criança, que acontece dos 0 aos 5 anos, mesma fase de geração do cérebro moral de um indivíduo que reflete em seu respeito para com o próximo e em ações futuras. O psicólogo levou a informação de que um relato de uma criança é reproduzido por nove vezes para diferentes profissionais e que por isso muitas vítimas desistem de denunciar e os casos são arquivados.

Por último, a psicóloga Lucia Williams do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) mostrou um estudo que atesta ser o abuso sexual contra a criança o delito menos denunciado no mundo em decorrência de ameaças e de complicações pelo fato de, na maioria dos casos, o agressor fazer parte da família. Por isso, segundo a psicóloga, pesquisas apontam que 90% dos casos nunca foram notificados.

Estiveram presentes na reunião da CPI os vereadores Marcelo Aguiar (PSC), presidente; Quito Formiga (PR), vice-presidente; Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), relator; Juliana Cardoso (PT); Sandra Tadeu (DEM); Floriano Pesaro (PSDB) e Netinho de Paula (PC do B).

Aline Bernardo
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Deputado José Bruno faz abaixo-assinado para instalação da CPI da Pedofilia na Alesp

Casos concretos de pedofilia em diversas cidades paulistas, como Catanduva, Poá, Sorocaba, Santo André e outras, além de dezenas de denúncias recebidas no gabinete foram o motivo para que o deputado José Bruno fizesse um abaixo-assinado para a instalação da CPI da Pedofilia na Assembleia Legislativa.

Com esses documentos, José Bruno pretende recolher 500 mil assinaturas e instalar a CPI da Pedofilia, que já obteve o número de adesão necessário na Assembleia, para investigar as denúncias e casos que ocorrem no Estado. “O caso de Poá é apenas mais um, dentre tantos que acontecem sem o conhecimento da população e das autoridades. Precisamos ir a fundo nisso”, argumentou o parlamentar.

Segundo o deputado, os abaixo-assinados circularão nas igrejas e em diversas instituições e escolas, “a fim de sensibilizar a todos sobre a necessidade de o Estado ter esse instrumento, que é a CPI, e trazer à luz esse crime e minimizar o sofrimento de milhares de crianças e famílias”.

Quem desejar cópias do abaixo-assinado pode solicitar diretamente no e-mail do gabiente: josebruno@al.sp.gov.br.

Adriana Bernardo
Assessoria de Imprensa
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